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Ingredientes alimentares, aditivos e aromatizantes

Comércio e cadeia de suprimentos

Em resumo
Operador de negócios alimentares estabelecido na União, com autorização para as substâncias utilizadas

Quem tem de designar

Fornecedores de ingredientes para fabricantes de alimentos da UE. Aditivos, aromatizantes e enzimas só podem ser utilizados se autorizados e listados nas listas da União, com critérios de pureza e condições de uso especificados.

Limiares e isenções

Nenhum. A autorização é por substância e por categoria de uso, e um aditivo autorizado para uma categoria alimentar não pode ser utilizado em outra.

O que deve constar do rótulo

Para venda entre empresas: o nome e o número E ou identificação, a pureza, as condições de uso e os requisitos de armazenamento, além dos detalhes do operador. Para venda ao consumidor, aplica-se a rotulagem alimentar completa.

Campos nos marketplaces

Os fabricantes de alimentos exigem especificações, certificados de análise e declarações de status de alérgenos e OGM para cada lote, porque seus próprios rótulos dependem deles.

Documentação a conservar

Registro de negócios alimentares, especificações que atendem aos critérios de pureza do Regulamento 231/2012, certificados de análise por lote, declarações de alérgenos e origem, autorização de novos alimentos onde o ingrediente não tem histórico de consumo antes de maio de 1997, e registros de rastreabilidade.

Normas e ensaios

Testes de pureza e identidade em relação à especificação, testes de metais pesados e contaminantes, testes microbiológicos quando relevante, e verificação de alérgenos.

Requisitos linguísticos

Documentação comercial em uma língua acordada entre as partes, e rotulagem ao consumidor na língua nacional.

A partir de quando

Autorização antes do uso. A autorização de novos alimentos leva anos e não pode ser abreviada.

Prazo de conservação

Registros de rastreabilidade e análise por lei alimentar, geralmente por pelo menos cinco anos.

Em caso de incumprimento

Retirada e destruição, e processo onde substâncias não autorizadas chegam à cadeia alimentar. As consequências se estendem a cada fabricante que utilizou o ingrediente.

Quem fiscaliza

Autoridades nacionais de segurança alimentar, EFSA para avaliação científica e a Comissão para autorização.

Onde está a fronteira

Um ingrediente legal em outro lugar não é legal na União, a menos que apareça nas listas da União com as condições de uso relevantes. Extratos botânicos são o problema mais frequente de novos alimentos, porque um longo histórico de consumo em outra região não conta.

Perguntas frequentes

Um aditivo aprovado nos EUA pode ser utilizado na UE?
Apenas se estiver autorizado nas listas da União para essa categoria alimentar e atender aos critérios de pureza da UE. A aprovação em outro lugar não tem efeito.
O que torna um ingrediente novo?
Nenhum histórico significativo de consumo na União antes de 15 de maio de 1997, o que requer autorização antes do uso, independentemente do uso em outros lugares.
Não oferecido — requer um operador de negócios alimentares da UE

Quem assina por si
Representante UE Europe Services, SE — Na Čečeličce 425/4, Smíchov, 150 00 Praha 5, Czech Republic
Representante Reino Unido REP27 LTD — Unit 82a James Carter Road, Mildenhall, Suffolk IP28 7DE, United Kingdom

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